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sábado, 6 de outubro de 2018

Top 5 jogos de construção de cidade

Se tem um estilo de jogo que me faz gastar tempo na frente do PC, são os de construção de cidade e estrategia. Então separei alguns dos que eu mais joguei, e ainda jogo, para o seu conhecimento e diversão. Já deixo o aviso de que eu separei os jogos que são bons para e podem ser para você, não tome isso como um ranking absoluto. Só mais uma coisa, os jogos não estão listados do melhor para o pior, ou vise-versa.

SimCity


 Começando com o mais clássico de todos, SimCity(2013). Um jogo que você é o prefeito e tem que fazer sua cidade crescer e prosperar. O crescimento da cidade vai depender de como as regiões são loteadas e de como os impostos são cobrados, mas problemas no tratamento de esgoto, falta de energia, poluição de água e o caótico transporte são constantes com o decorrer do crescimento da cidade. É um jogo que requer estratégia e planejamento, e também serve para frustar o seu sonho de ser prefeito.
Para ver o trailer do jogo, clique aqui.

Banished




Banished, nesse aqui você precisa administrar o crescimento de alguns aldeões que foram exilados. Apesar de ser um jogo bem leve, é um jogo rico em detalhes e na sua mecânica. No jogo você precisa determinar as funções dos aldeões e tentando equilibrar o seu estoque de mantimentos e recursos.
Como se já não estivesse difícil o jogo ainda nos lança desastres, como incêndios, pragas e fome.
Pois é, na minha primeira experiencia com o jogo, fiquei até espantando com a quantidade de pessoas que morriam "do nada", principalmente no inverno, por falta de lenha.
O jogo tem alguns mods pela net, alguns são até bons e talvez necessários para melhorar a experiencia do jogo.
Para ver o trailer do jogo clique aqui.

Anno 1404




Anno 1404, esse foi o que eu mais joguei e foi o meu primeiro contato com esse estilo de jogo.
Aqui você precisa começar uma colonia em uma ilha e aos poucos expandido o seu território.
Explorar não é uma opção, e sim uma obrigação aqui nesse jogo, existem recursos que só podem ser encontrados em outras ilhas. A primeira vista o jogo é complexo, mas por conta das suas construções e objetivo irem evoluindo aos poucos, quando menos se espera já está dominando o jogo.
Se você gosta de construir cidades e explorar territórios  Anno 1404 é a sua principal opção nessa lista. Vale ressaltar que a trilha sonora desse jogo é fantástica, um excelente trabalho da Ubisoft.
Para ver o trailer do jogo, clique aqui.

Kingdoms and Castles





Dessa lista, eu creio que é o jogo mais divertido, mas não se engane com o gráfico amigável, ele ainda vai exigir bastante da sua capacidade estratégica. Construir um reino no cenário da idade média e ter que lidar com uns vikings cretinos que vem queimar e saquear suas coisas em alguns momentos pode ser irritante, mas isso só aumenta a vontade de evoluir a cidade e criar um exercito para dar o troco nos caras. E não, esse jogo não é uma mistura de minecraft com Age of Empires.
Para ver o trailer do jogo, clique aqui.

Frostpunk




Em uma realidade alternativa de 1886 em que dois vulcões entram em erupção e escurecem o Sol, causando um resfriamento catastrófico no planeta, em Frostpunk você precisa recomeçar a humanidade em meio ao caos glacial construindo uma pequena comunidade ao redor de um gerador de calor, com recursos escassos e com a população nem sempre satisfeita, o jogador precisa administrar os recursos, as leis e a chegada de novos sobreviventes. Particularmente foi o jogo que eu fiquei mais ansioso para jogar desde que anunciaram ele. E não é para menos, o jogo é irado, não só com os gráficos, mas a jogabilidade e a maneira com que você é imergido na historia do jogo.
A ideia de que você está tentando reerguer a humanidade é facilmente comprada pelo jeito que o jogo se comunica com o jogador. É de longe um dos melhores jogos dessa modalidade, porque desde o primeiro minuto dentro dele o objetivo fica bem claro... Sobreviva.
Para ver o trailer do jogo, clique aqui.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Top 5 jogos que foram anunciados e depois cancelados.




    O que franquias famosas como Star Wars, Silent Hill e estúdios como a Blizzard e a Konami tem em comum? Todos eles já tiveram jogos anunciados para o público e cancelados posteriormente. Aqui postarei uma lista de alguns jogos que foram ou cancelados ou descontinuados por motivos diversos, mas que todos nós gostaríamos de jogar:

                                                               Top 5 - Titan

    Após fazer milhares de pessoas entrarem no mundo dos MMOs medievais com World of Warcraft, a Blizzard anunciou um jogo de estilo parecido, porém em um cenário totalmente futurista. A ideia era de fazer um jogo que durasse pelo menos 15 anos, com entregas constantes de conteúdo novo e uma tentativa de atingir um público adepto de ação.

    Mesmo tendo sido iniciada em 2007, a produção passou por diversos problemas que acarretaram em atrasos atrás de atrasos e pelo menos duas mudanças completas de direcionamento em 2010 e 2013. Finalmente, em 2014, surgiu a notícia de que o desenvolvimento do jogo tinha sido totalmente interrompida. Contudo, algumas ideias e conceitos que seriam usadas em Titan foram aproveitadas em Overwatch.



                                                              Top 4 - Scalebound

    O RPG de ação Scalebound, projetado para o console Xbox One, foi uma das grandes apostas de 2017. Cancelado pela Microsoft após 3 anos de desenvolvimento, o jogo traria ação cooperativa, dragões e muitos poderes especiais.

     Do mesmo criador de Devil May Cry, Bayonetta e Okami, o jogo estava nas mãos da PlatinumGames, que fez sucesso com jogos de ação como Vanquish. Mesmo com essa equipe de peso, o jogo foi cancelado sem muitas explicações.



                                                     Top 3 - Star Wars 1313

    Star Wars 1313 tinha a premissa de trazer uma temática mais adulta. O jogador controlaria Boba Fet na cidade 1313, do planeta Coruscant.

    Quando apresentado durante a E3 2012, foi mostrado que o jogo traria um combate mais dinâmico, estiloso e rápido, e isso cativava não somente os fãs de Star Wars, mas também os amantes de jogos em geral. Quando a LucasArts vendeu a franquia para a Disney, o desenvolvimento do Star Wars 1313 foi cancelado.

                                                     Top 2 - Fable Legends

    Fable Legends seria a chave de ouro da Lionhead Studios dentro da icônica franquia de RPGs Fable. O jogo trazia ação cooperativa e a ideia é que durasse mais de 10 anos, com suporte a Windows 10, cross-play entre Xbox e PC, além de ser modelo free-to-play.

    O modo beta foi disponibilizado em 2014, mas o jogo vinha sendo desenvolvido desde 2012. Custou $75 milhões de dólares, mas nem isso foi empecilho para que o jogo final da franquia fosse cancelado. A Microsoft decidiu desligar os servidores de vez em 2016, fechou as portas da Lionhead Studios e, com isso, a franquia Fable teve seu fim.


                                           Top 1 - Legacy of Kain : Dead Sun

    Mesmo não sendo tão conhecido quanto Mega Man, a franquia Legacy of Kain também tem fãs de carteirinha que há anos anseiam por um novo jogo da franquia. E os pedidos tão fervorosos seriam atendidos em 2013 pela Square Enix.

    Durante 3 anos o jogo foi desenvolvido, e a distância entre o clássico Soul Reaver traria um mundo aberto, dungeons fechadas e dois protagonistas de planos totalmente diferentes: Gein, o Vampiro, e Asher, o Humano. Mesmo com tantas informações, não era para ninguém saber da existência de Legacy of Kain: Dead Sun. Tudo o que descobriram vinha de vazamentos constantes.

    Segundo a própria Square Enix, o conceito existia, mas era apenas "um título errado na hora errada". Uma versão Beta foi realizada entre janeiro e maio de 2016, até que a empresa optou pelo cancelamento. A franquia, então, permanece há mais de 10 anos sem um jogo novo.




É isso. See ya, que o lado negro esteja com vocês.


   
   

Z-Rox


Z-Rox é um jogo feito por um usuário chamado EvilDog baseado em flash e disponível para jogar online no site Kongregate.com. O jogo estilo puzzle foi lançado em 2008 e é bastante popular nas interwebs, tendo mais de um milhão de acessos. Muito dessa popularidade se dá devido à originalidade da ideia, o jogo brinca com a ideia do esforço de nosso cérebro em determinar formas quando elas são apresentadas de uma forma diferente da que a gente está acostumado: em uma dimensão. Como assim? Talvez fique mais fácil de entender na prática, por isso eu criei um gif do tutorial.


Então, aparentemente o que você vê é só uma linha mudando de tamanho, mas na verdade se tratava da letra T. Após o tutorial o jogo segue um sistema de níveis até o nível 100, em que análogo ao tutorial, o jogo te dá o que parece linhas e você precisa escrever a resposta. A resposta pode ser qualquer coisa entre letras, números, formas e símbolos e devem ser escritas em inglês.


O nível 1, por exemplo, é claramente a letra L.


Por esse gif, consegue dizer qual a resposta para o nível 3?


E do nível 29?
Com a variedade de formas durante o jogo você se vê passando alguns níveis rapidamente e empacando em outros. Neste último caso, o recomendado é deixar o jogo de "molho" por um tempo, que provavelmente ao voltar, você virá com uma perspectiva diferente pro jogo e aquele nível passará a não apresentar tanto desafio quanto antes.
Um fato bastante curioso é que em níveis difíceis o primeiro recurso do jogador é justamente desenhar a forma conforme ela aparece. Esse esforço pode ser entendido como uma conversão, passando de uma dimensão para o mundo bidimensional, uma tentativa de tornar a figura mais palpável para nosso cérebro.
Segundo uma breve descrição na página do jogo, a ideia para Z-Rox nasceu de uma simples conversa de EvilDog com amigos na hora do almoço sobre desenvolver um jogo em 1D. Possivelmente o título do jogo seja uma referência à Xerox, como aquela marca de fotocopiadoras,  já que quando impressoras escaneiam elas movem uma barra, que trabalha em uma dimensão, sobre símbolos. A diferença é que o que acontece em Z'Rox é o movimento contrário, o símbolo é "passado" em uma barra.  A ideia vingou, e mesmo sendo antigo e limitado pelo que se é possível fazer em flash, a ideia foi bem executada. O jogo, no entanto, poderia contar com mais recursos. Na própria página do jogo existem sugestões dos jogadores como por exemplo: "Seria legal se o jogo mostrasse a figura completa uma vez que respondemos corretamente".
Vale salientar ainda que o jogo conta com mais dois modos de jogo, Random Attack e Limited View sendo desbloqueados conforme se avança. E aprimorados para Extreme Random Attack e Extreme Limited View uma vez que se termina o modo normal.
Na última vez que joguei empaquei no nível 52, e você? consegue ir mais longe?


sexta-feira, 31 de agosto de 2018

King of Dragons




 

   
 
    Um dos jogos mais interessantes sobre RPG já lançados é bem antigo. King of Dragons completou 27  anos em 2018, e sem dúvida muitas pessoas que cresceram na década de 80 e 90 que jogavam Arcade conhecem.

   
    King of Dragons oferece 5 classes e raças comuns de Dungeons and Dragons - Arqueiro, Mago, Clérigo, Lutador e Anão. Ao escolher o seu personagem, você vai desbravar o reino de Malus, derrotando todos os monstros que tem pelo caminho e que também são comuns no D&D, como Orcs, Gnolls, Harpias, Wyverns, Cyclopes e Minotauros.O líder de todos os monstros é o dragão vermelho Gildiss.

    O jogo possui 16 fases e, assim como nos RPGs de mesa, os pontos são acumulativos e aumentam os seus atributos e barra de HP. Ao fim de cada fase, é possível melhorar a armadura/vestes e armas dos personagens, à escolha do jogador.

    Cada uma das classes jogáveis ​​tem suas próprias características e habilidades de luta no jogo. O lutador tem fortes ataques corpo a corpo e defesa, mas não possui dano mágico. O anão é capaz de evitar e bloquear ataques, é bem ágil, mas o dano mágico é baixíssimo. O elfo tem boa agilidade e grande alcance com arco e flecha, mas não tem resistência física. O clérigo tem grande defesa, poder de cura, dano mágico razoável e ataques corpo a corpo, mas é lento. O Mago tem pouca defesa, mas em compensação, seu dano mágico é muito forte e ataca rapidamente.

    O jogo foi transferido para o Super Nintendo em 1994. Em 2006, foi lançado o Capcom Classics Collection Vol. 2  para Playstation2 e Xbox, onde o King of Dragons está presente em sua versão Arcade. Uma versão semelhante foi lançada para o Playstation Portable, com o nome de Capcom Classics Collection: Reloaded.



quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Abuse: O jogo



Todos nós temos uma coleção de jogos em nossa memoria, aqueles que nos fazem ficar pensando em como era bom superar desafios e desvendar os segredos das fases, eu também tenho vários jogos que marcaram a minha infância e um deles foi Abuse. Ele foi desenvolvido pela empresa Crack dot Com e lançado em Fevereiro de 1996 para rodar no eterno MS-DOS.
Na historia do game nós jogamos com o Nick Vrenna, um cara que foi preso injustamente e no presidio que ele se encontra os presos estão sendo usados como cobaias para testes científicos de forma ilegal. Durante um dos experimentos ocorre o tumulto e algo acaba dando errado e a substancia chamada de "Abuse" saí do controle e começa a transformar todos no presidio em monstros, menos o Nick que aparenta ser imune. Então a saga do jogo começa com a fuga do presidio e a luta contra a horda de monstros.
A gameplay do jogo é de certa forma simples, lutar contra grandes quantidades de monstros com diferentes formas e resolver alguns enigmas básicos que no geral envolve interruptores(uns círculos que a gente tinha que ficar em cima), uma quantidade razoável de armas jogáveis, quanto a movimentação usamos as teclas para mover e o mouse para mirar e atirar, só que em terceira pessoa.
Abuse é um dos poucos games das antigas que eu ainda jogaria nos dias de hoje sem o risco de me entediar, é claro que isso vai da preferencia de cada um.
Bom, meu review sobre o Abuse vai ficando por aqui, foi curto mas espero ter despertado a sua curiosidade ou injetando nostalgia, caso você ainda não conheça, eu lhe garanto que vale a pena tirar alguns instantes para apreciar essa obra o jogo é fácil de achar pela net e é bem pequeno(menos de 10MB).
Por enquanto é isso, pessoal. Até a próxima.  ;) 

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Resident Evil Zero



    Foi em meados dos anos 2000 que o Resident Evil Zero foi anunciado durante a Tokyo Game
Show. O jogo viria exclusivo para o console Nintendo 64 que, na época, competia diretamente com o Playstation 1. Como este último tinha a desvantagem de loadings em cada cenário, o Nintendo 64 parecia a escolha perfeita.

    Pela primeira vez um jogo trazia como principais personagens uma dupla, e o fato do Nintendo 64 não possuir loadings facilitava a troca rápida de protagonistas. Esse sistema único recebeu o nome de Partner Zapping.

    Embora tenha recebido uma divulgação pesada na época, o tempo de vida do Resident Evil Zero para o nintendo 64 foi curto. Poucos meses depois, o jogo foi transferido para o Dolphin, que depois recebeu o nome de Nintendo GameCube. E, como convém uma nova plataforma, o Resident Evil Zero ganhou mudanças nos personagens principais, principalmente na garota, Rebecca, que teve sua aparência totalmente modificada.


Comparativo entre a versão HD do Nintendo Wii e a versão do Nintendo GameCube, de 2002.
                                               
    A versão final de Resident Evil Zero para o Nintendo GameCube chegou as lojas em 17 de novembro de 2002. Em 2008, foi totalmente remasterizado para Nintendo Wii.

Capa do jogo de 2002.


Capa da versão remasterizada de 2008.


Fonte: http://newgameplus.com.br/conheca-a-versao-original-de-resident-evil-zero-para-nintendo-64/