Limbo: O jogo

Escape de armadilhas, sobreviva e desvende o misterio do Limbo.

Especial Halloween

Conheça alguns dos desenhos mais obscuros já produzidos

Minha Escuridão

A escuridão nunca está sozinha.

Preso em mim.

O que você faria se fosse a sua propria prisão?

Steampunk

Um gênero movido a engrenagens e a vapor.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Locke & Key - Review


[AVISO: SPOILERS]








     Locke & Key. Eis uma série que PRECISA ter uma segunda temporada. Sim, precisa ter. Dentre todas as séries originais Netflix que vi (o que, só para constar, não é muito) essa é a única em que senti uma certa necessidade de uma segunda temporada. Não que isso seja ruim em sua essência, a primeira temporada é uma montanha russa, tem seus altos e baixos bem "definidos" e muitas vezes leva a momentos que eram para ser "catárticos", mas que acabam falando algo de importante. Isso se dá pela falta de conclusão de praticamente tudo (mistério, trama, desenvolvimento dos personagens... quase tudo sabe) e uma aceleração sem sentido da trama após o segundo episódio. E quando finalmente termina, não há uma sensação de término, não há um fechamento completo de ideias ou tema.




     Luto é o principal tema da série. Como se recuperar após a perda de alguém que sempre esteve muito presente, nesse caso, o pai e marido da família. Quase tudo que acontece de importante tem como seu centro o tema da série e em como os personagens lidam com isso (é meio óbvio, faz parte do todo modelo de narrativa... eu sei), o que é bem feito na maioria das vezes. Os filhos e a mãe se mudam para a casa da infância do pai, a Key House, e lá se conectam mais com o passado da família, consequentemente com o pai, e com as chaves (que é um ponto muito importante para a coisa toda). Isso cria uma dinâmica divertida, de novo, na maioria das vezes de descoberta e superação gerando situações e conceitos bem legais como, por exemplo, a Kinsey (Emilia Jones) matar o próprio medo.




     Os personagens principais são muito definidos pelo luto, mas eles não são apenas alegorias ou ideias de como superar a perda (ou pelo menos eu penso assim), eles tem seus momentos e motivos próprios e se comportam como seres humanos, isso é BOM (essencial eu diria, é uma história que funciona muito mais com esse tipo de personagem... obvio de novo), mas há momentos que parece que faltaram certas "conexões" de ideais, eles mudam muito rápido e sem um contexto convincente, principalmente o irmão mais velho, Tyler (Connor Jessup). Tem episódios que o personagem acaba soando muito destoante dele mesmo em um curto período de tempo, sem contar que muitas vezes as ações de todos só são muito burras ou contraditórias (leia: sem nenhum tipo de motivo "real", um conflito forçado para acontecer), quase como se eles tivessem perdido a capacidade de raciocinar, deixando as cenas apenas estranhas e confusas. Além disso, não há peso em momentos chaves, não há um risco na boa parte dos episódios e quando existe a necessidade de sentir que a batalha é muito importante e que qualquer um dos personagens pode morrer, isso simplesmente não é bem construído, há um certo descaso com os acontecimentos (com exceção ao episódio 7, que provavelmente é o melhor da série).




     Basicamente a série não traz uma conclusão satisfatória, apresenta momentos que, novamente, na maioria das vezes, são só estranhos ou falta uma carga forte de sentimentos, além de uma dezena de mistérios que claramente não são o principal mas se fazem muito presentes(se eles ajudassem na parte da narrativa seria melhor, porém a maioria deles poderia só ser descartada). Porém, ainda que possua todos esses defeitos, a série ainda consegue apresentar situações e sacadas muito boas e uma trama e um universo interessante e engajante. Por fim, Locke & Key é, como já falado, uma montanha russa, possui seus pontos altos e baixos, mas chega uma parte da viagem que é uma linha reta com subidas enormes e descidas muito baixas para depois continuar em uma linha reta, você só está decepcionado no final.



NOTA: 5,0

domingo, 10 de março de 2019

Capitã Marvel - Higher, Further, Faster.. Mas nem tanto assim.

Capitã Marvel chega aos cinemas brasileiros na véspera do dia internacional da mulher, e o que esperar do primeiro filme Marvel com uma protagonista feminina? Bem, podemos dizer que Vingadores: Guerra Infinita elevou e muito os parâmetros para um filme de super herói. Mas analisando sem paixão ou influencia de Vingadores: Guerra Infinita, fomos presenteados com um filme divertido, bem escrito mas, sem nada de novo.
 Capitã Marvel apresenta a piloto da força área americana "Carol Danvers", que sofre um acidente e é exposta a um fonte de energia que lhe dá super poderes. Todo o arco da nossa heroína é desenvolvido de uma forma coesa porém pobre, bem a quem do que vem sendo feito no universo Marvel no cinema. O filme aposta em uma trama linear, recheada de flashbacks para criar a inquietude no espírito de "Vers", nome de Carol enquanto membro da Starforce.
Em solo terráqueo, o filme toma um ritmo legal e bem divertido, Nick Fury é introduzido na trama e a partir daí o tom cômico realmente deslancha e combina muito bem com toda a arrogância e o jeito esnobe de nossa heroína. As cenas iniciais de ação são boas, mas de novo, não vemos nada que nos surpreenda, nada que nos cause a sensação de que esse é um filme de apresentação da nova cara da Marvel Studios para a Fase 4. Clark Gregg retorna ao seu papel como Agente Coulson, jovem e inexperiente, chamado por todos de "novato". O vilão Scrull "Talos" é muito bem representado por Ben Mendelsohn, e é muito bom dizer que ele está à vontade, é divertido ver o que ele fez com o personagem, os trejeitos e tudo mais. Lee Pace também retorna como Ronan, O acusador, muito menos amedrontador do que em Guardiões da Galáxia. As interações de Carol com todos os personagens, é um dos pontos altos do filme, mas parece que Brie Larson ainda não se deu conta da responsabilidade que tem nas mãos. Afinal, especula-se que ela irá suceder Robert Downey Jr. como personagem central no MCU.
Concluindo, o filme é divertido, mostra uma personagem forte e decidida, sarcástica e arrogante e que fica maravilhosa vestindo a camisa do Guns N Roses. A trilha sonora é incrível e poderia se equiparar à trilha de Guardiões da Galáxia, mas por cautela ou apenas falta de ambição, ficamos com o básico. Básico é a melhor definição desse filme, vemos aqui que a Marvel decidiu fazer tudo encaixado em sua fórmula cinematográfica, onde tudo é bem coeso e explicativo, porém a falta de ambição acaba por diminuir algo que poderia ter sido épico, digno da personagem apresentada e da atriz que a representa.
                                 

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Postagem Final



    Finalmente chegamos ao último dia dessa semana, e também do mês de Outubro. Para fechar com chave de ouro, trarei aqui uma Creepypasta de um dos meus jogos preferidos da vida: The Legend of Zelda: Majora's Mask. Aumentem o volume e apreciem a lenda do Cartucho Maldito. 


  O vídeo se encontra em inglês, mas não é difícil compreender as coisas que se passam. Basicamente, um garoto ganhou um cartucho sem identificação de um velho, e ao chegar em casa percebeu que se tratava de Majora's Mask. Só que já tinha um salvo no nome de Ben. Os ocorridos são esses que tem no vídeo. 

  Ah, sem querer aumentar a tensão (rs), mas devo contar que o meu cartucho original de Nintendo 64, logo após esse vídeo, se corrompeu e nunca mais rodou como antes. 

  Desejo a vocês bons sonhos. See ya.





terça-feira, 30 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Pokémons Bizarros + Animação Macabra





    Falta só um dia, e eu decidi, além de escurecer as coisas, também acabar com algumas infâncias. Afinal... O que é melhor do que saber a história real dos Pokémon em plena véspera de Halloween?
    Nada daqui é tirado da creepypasta. Todos são registros reais da Pokédex. Farei um top 10 Pokémon com histórias sinistras, começando pelo Cubone. Um clássico.

    Segundo a Pokédex do jogo Silver, "Cubone sempre usa o crânio de sua mãe morta, então ninguém tem ideia de como sua face oculta pode ser." Certo, partindo do fato de que todo Cubone tem esse crânio, será que ao nascer um novo Cubone, uma Cubone-mãe tem que morrer? Fica aí o questionamento, e vamos para o número 9 da nossa listinha.

    "Aconteceu em uma manhã. Um garoto com poderes psíquicos acordou em sua cama transformado em um Kadabra." Ok, novamente vemos aqui uma bizarrice completamente ignorada pela nossa inocência infantil ao jogar e (provavelmente) nunca parar para ler o que a Pokédex fala. Este trecho consta no jogo FireRed.


    O número 8 é o Shedinja. Mas o que pode ter de errado no Shedinja? Tirando o fato de que ele é basicamente um casulo (pelo menos eu vejo assim), o que pode ter de bizarro em um Pokémon tão fofinho? Bem. Segundo a descrição do Pokémon Ruby, "o corpo duro de Shedinja não se move - nem um pouquinho. Além disso, seu corpo parece ser uma casca vazia. Acredita-se que esse Pokémon irá roubar a alma de quem tentar bisbilhotar seu corpo vazio por trás." Acho que não tem mais o que comentar sobre.


    Continuando com a nossa lista, o número 7 é o Drowzee. Não vamos falar do Hypno ainda, porque ele vai estar presente sim nessa lista. Focaremos no Drowzee. Não é que seja algo extremamente bizarro, mas acho digno colocar aqui. Segundo a Pokédex, "ele se lembra de cada sonho que come. Raramente come sonhos de adultos, porque os sonhos de crianças são muito mais saborosos."  É... Parece que não é só o Hypno que tem esses traços.

    Duskull é um Pokémon tipo fantasma bem fofo lá da terceira geração. Segundo o registro do Pokémon Platinum, "ele ama o choro das crianças.  Ele assusta as crianças más passando através de paredes só para fazê-las chorar." Vemos aqui um Pokémon com traços malvados (imagine você criança sabendo disso), mas é fofo assim mesmo.
     Chegando no top 5, vou falar de um Pokémon que não tem uma história macabra, mas ainda assim é uma boa história. Gothitelle, segundo o registro do Black&White, "pode ver o futuro através do movimento das estrelas. Quando ela aprende a ver o tempo de vida de seu treinador, chora em tristeza." Ou seja, se você tiver uma Gothitelle, reze pra ela não chorar. 

    Agora sim vamos aos Pokémon com histórias realmente macabras. Começando por Lampent e Chandelure. Vamos direto aos registros da Pokédex, que no jogo Black diz: "Esse ameaçador Pokémon é temido. Vaga pelas cidades em busca da alma daqueles que já morreram." No White, a descrição é um pouco diferente: "Chega no momento da morte e rouba suas almas do corpo." No Black&White: "O espírito que eles absorvem alimenta o fogo dentro deles. Se pendura em hospitais esperando as pessoas morrerem." É só isso mesmo.
Chandelure
    Bannete é o número três da nossa listinha. Começando o pódio das criaturas mais macabras (e comprovando que os criadores odeiam crianças), os registros da Pokédex do FireRed/LeafGreen de Bannete dizem o seguinte: "Fortes sentimentos de ódio transformaram um fantoche em um Pokémon." Já no Diamond/Pearl/Platinum, eles conseguiram deixar ainda mais obscuro. "Um boneco se transformou em um Pokémon pelo rancor de ter sido jogado fora. Ainda procura pela criança que a jogou." Se você jogou seus bonequinhos fora, tenho uma péssima notícia para você.

    Em segundo lugar, trago o Drifloon. Um balão furado com um band-aid na cara. Tudo bem até aí, bem fofinho, lilás. Mas o que a Pokédex fala? Segundo o registro do Black&White, "esse Pokémon é conhecido como 'indicação de espírito vagante'. Crianças quando o seguram as vezes desaparecem." O Pokémon simplesmente rapta as crianças. É um seguidor do Hypno, tenho certeza.

    Em primeiro lugar, talvez seja o Pokémon com a história mais triste e intensa de todos: Yamask. Ele se parece com um Pokémon bebê e está sempre segurando uma máscara. Segundo o Black, "cada Yamask carrega uma máscara que era a sua face quando humano. Algumas vezes, eles olham para elas e choram." Imagine você morrer, virar um Pokémon e carregar sempre as memórias da sua vida, das pessoas que você amou e não poder fazer nada além de lembrar? Um fardo bem pesado, assim como uma descrição pesada para um jogo infantil.

    E por último, como um bônus, vou deixar aqui a Hypno's Song. É o nosso vídeo de hoje. Espero que aproveitem, curtam, e tenham bons sonhos. See ya.



segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Desenhos Macabros #6

[ATENÇÃO] [ CONTEÚDO PERTURBADOR] [ +18]

   Olá novamente. Já estamos a 2 dias do Halloween, e eu decidi 'escurecer' as coisas por aqui. A partir de agora, postarei curtas/animações com um teor mais macabro do que os anteriores, tendo alguns com classificação +18, como é o caso do vídeo de hoje.

  Eu não sei bem qual foi a proposta inicial do criador desse vídeo (todos os créditos à ele), mas o resultado é um curta extremamente perturbador e sinistro. Segue o vídeo: 



   E aí, o que achou? Particularmente fiquei extremamente incomodada até mesmo com a imagem inicial do vídeo. Amanhã teremos outro vídeo com esse mesmo teor, então se você gostou, não deixe de voltar amanhã. 

  Por hoje, eu desejo a você bons sonhos. See ya.








domingo, 28 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Desenhos Macabros #5




   Contagem regressiva: faltam só 3 dias para o Halloween. O nosso vídeo de hoje é de um personagem bastante conhecido pelo mundo inteiro: Mickey Mouse.

  Seguindo a vibe dos desenhos antigos, este foi lançado em 1929 e traz o personagem vivenciando o terror de uma casa mal assombrada. Segue o vídeo:


E aí, o que achou do vídeo de hoje? Espero que tenha gostado. Amanhã tem mais.

See ya.







sábado, 27 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Desenhos Macabros #4




   A Betty Boop é a protagonista do vídeo de hoje. Os desenhos dela costumam ter um quê macabro, incluindo fantasmas e até mesmo demônios. 

  A personagem estreou em 9 de agosto de 1930, no curta Dizzy Dishes, sendo a sua aparência espelhada nas divas desta década. Segue o vídeo: 


E aí, o que achou da escolha de hoje? Amanhã tem outro vídeo por aqui, lembrando que é um por dia até o dia 31.

See ya.






sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Desenhos Macabros #3



   Se você é fã de desenhos grotescos, provavelmente já conhece o autor do vídeo de hoje. Não é ninguém mais e ninguém menos que Tim Burton, o criador de vários desenhos e diretor de filmes famosos como Sweeney Todd (um ótimo filme pra ver antes do Halloween, por falar nisso). 

  O que a maioria das pessoas, no entanto, não sabe, é que há no meio dos desenhos dele um curta bastante especial. Se trata de Vincent, o primeiro a levar a assinatura de Tim Burton. Lançado em 1982, tem pouco mais de 5 minutos e foi dublado pelo grande ídolo de Tim  Burton na época, Vincent Price, que também é o motivo do nome da obra.

  Baseado no poema "The Raven", de Edgar Allan Poe, o desenho tem a marca registrada de Tim Burton em seu traço macabro, além de ser feito em stopmotion. Segue o vídeo: 


E, para complementar, segue abaixo o poema:

Vincent Malloy is seven years old
He''s polite and always does as he''s told
For a boy his age, he''s considerate and nice
But he wants to be just like Vincent Price

He doesn''t mind living with his sister, dog, and cats
Though he''d rather share a home with spiders and bats
There he could reflect on the horrors he has invented and wander dark hallways alone and tormented

Vincent is nice when his aunt comes to see him
But imagines dipping her in wax for his wax museum
He likes to experiment on his dog Abocrombie
In the hopes of creating a horrible zombie
So that he and his horrible zombie dog
could go searching for victims in the London fog

His thoughts aren''t only of ghoulish crime
He likes to paint and read to pass some of the time
While other kids read books like "Go Jane Go"
Vincent''s favorite author is Edgar Allen Poe.

One night while reading a gruesome tale
he read a passage that made him turn pale
Such horrible news he could not survive
For his beautiful wife had been buried alive

He dug out her grave to make sure she was dead
Unaware that her grave was his mother''s flower bed
His mother sent Vincent off to his room
He knew he''d been banished to the tower of doom
where he was sentenced to spend the rest of his life
alone with the portrait of his beautiful wife.

While alone and insane incased in his doom
Vincent''s mother burst suddenly into the room
She said, "If you want, you can go out and play
It''s sunny outside and a beautiful day."

Vincent tried to talk but he just couldn''t speak
the years of isolation had made him quite weak
So he took out some paper and scrawled with a pen:
"I''m possessed by this house and can never leave it again."

His mother said, "You are NOT possessed and you are NOT almost dead
These games you play are all in your head
You are NOT Vincent Price, you''re Vincent Malloy
You''re not tormented or insane, you''re just a young boy
You''re seven years old, and you are my son
I want you to get outside and have some real fun."

Her anger now spent, she walked out through the hall
While Vincent backed slowly against the wall
The room started to sway, to shiver and creak
His horrored insanity had reached its peak
He saw Abocrombie, his zombie slave
and heard his wife call from beyond the grave

She spoke through her coffin and made ghoulish demands
While through cracking walls reached skeleton hands
Every horror in his life that had crept through his dreams
swept his mad laughter to terrified screams

To escape the badness, he reached for the door
but fell limp and lifeless down on the floor
His voice was soft and very slow


E quando recitou "The Raven", de Edgar Allan Poe:

"And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted...Nevermore."


E aí, o que acharam do vídeo de hoje? Espero que curtam, porque amanhã tem mais. 

See ya.



quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Desenhos Macabros #2



   
     No ano de 1985, The Adventures of Mark Twain foi lançado no Reino Unido. Se trata de um desenho animado stop motion estadunidense de fantasia que foi dirigido por Will Vinton. Ele recebeu um lançamento teatral mais amplo, ainda limitado a sete grandes cidades em maio do mesmo ano. 

    O desenho foi lançado indicado para o público infantil, mas logo foi banido por ser considerado macabro e muito obscuro para crianças. Lá são tratados alguns temas como religião, a construção de um balão para ir até o cometa Halley, vida, pós morte e humanidade, tudo tratado com um sentido bastante filosófico. Para quem gosta de coisas bizarras, porém igualmente filosóficas, fica aí a dica de um desenho bem legal pra assistir.

   O vídeo de hoje é uma cena banida do desenho, que traz as crianças em uma situação bastante bizarra e macabra. Segue o vídeo:



Então... quem é você?

Amanhã tem mais. See ya.





quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Semana Especial de Halloween: Desenhos Macabros #1




    Já estamos quase no fim do mês, e é claro que não poderíamos nos esquecer de uma das datas mais comemoradas do ano: o Halloween. 

   A data surgiu há mais de 3 mil anos com os celtas, que eram um povo politeísta e acreditavam em diversos deuses relacionados aos animais e as forças da natureza. A diferença é que por lá era chamado de Samhain e durava 3 dias, começando do dia 31 de Outubro. 

  Foi na idade média que a Igreja começou a caça às bruxas, e daí veio o nome de Dia das Bruxas. Outra curiosidade interessante sobre a data é que a Igreja, a fim de afastar o caráter pagão das festas, mudou o dia de Todos os Santos de 13 de Maio para o dia 1 de Novembro. O nome "Halloween", então, vem da junção das palavras hallow, que significa "santo", e eve, que significa "véspera". 

  Então, a fim de comemorarmos a data, traremos aqui diariamente animações antigas e bastante macabras até o dia 31. A primeira é essa, que chama Swing You Sinners, feita pela Fleischer Studios


E aí, o que achou? Bem bizarra, não? 

E é isso. Amanhã teremos outra animação. See ya.